O seu currículo já não vale tanto assim. Priorize o autoconhecimento

O seu currículo já não vale tanto assim. Priorize o autoconhecimento

O seu currículo já não vale tanto assim. Priorize o autoconhecimento

Após muito tempo depois das empresas perceberem que estavam contratando pelo currículo e demitindo pelo desempenho, os processos de recrutamento e seleção ganham novas metodologias. A ideia é identificar no candidato as competências mais difíceis de desenvolver, e as que mais impactam no desempenho: as comportamentais.

As razões pelas quais o título desse artigo se confirma são várias. A principal razão é que a grande parte das demissões nas empresas tem origem em problemas de comportamento e relacionamento de quem é demitido. Um fator sem referências em um currículo e difícil de identificar em uma entrevista de emprego.

Ferramentas de análise de perfil comportamental, dinâmicas de grupo, exercícios práticos e a “gameficação” têm sido as principais metodologias utilizadas pelas empresas na hora de definir seus candidatos. Além disso, o foco de desenvolvimento dessas atividades está, na maior parte das vezes, ligado ao comportamento do candidato, e não aos seus conhecimentos técnicos.

Alguns desses processos ainda tentam eliminar um antigo vício dos processos de seleção: a indicação de profissionais. Além disso, pesquisas feitas pela IBM e outras grandes empresas identificaram que fatores relacionados a “simpatia com um perfil” poderiam mascarar preferências individuais dos avaliadores.

A pergunta é: o que isso muda no desenvolvimento da carreira dos profissionais, já que o currículo passa a ser apenas um detalhe no processo?

Uma formação em áreas técnicas, principalmente em áreas com alta especificidade, sempre é muito bem vista pelo mercado. MBAs, Pós-graduação, cursos e qualquer outro diploma que possa agregar conhecimento técnico é importante. Porém, as empresas têm feito de tudo para ter certeza de que as pessoas que contratam não podem se tornar um problema inesperado que vá além das “hard skills” (competências técnicas). Por isso, cria diversas etapas de seleção que reduzam a possibilidade de tornar a contratação um “pesadelo”. Esse tipo de preocupação faz parte do dia a dia de quem faz a contratação de profissionais de todos os níveis, desde assistentes a diretores de empresas.

Outro aspecto bastante analisado durante os processos de recrutamento tem sido a capacidade de adesão do candidato a cultura e aos valores da empresa. Por isso, a capacidade de adaptabilidade e disposição para mudanças são habilidades bastante analisadas durante a seleção de candidatos.

O Autoconhecimento como fator-chave de sucesso em processos de Recrutamento e Seleção

Nesse contexto, o autoconhecimento passa a ser o principal aliado dos profissionais para alcançar os melhores resultados na carreira. Ter conhecimento e saber administrar a seu favor seus pontos fortes e os pontos a desenvolver é um diferencial competitivo. Para isso, programas de Coaching e Assessment são utilizados por profissionais de todas as áreas, a fim de traçar planos de ação individuais que potencializem seu desenvolvimento comportamental.

Cargos de nível estratégico ou até mesmo de nível de supervisão já tem demandado competências de gestão de pessoas bem desenvolvidas. Portanto, a preocupação nesse sentido já faz parte de todos os níveis dentro das empresas.

Dessa forma, investir em autoconhecimento é essencial para acelerar o crescimento na carreira de forma sustentável e alinhada ao seu propósito de vida. Comete um grande erro quem acredita que um curso ou formação técnica poderá garantir um futuro de sucesso. Invista em suas competências comportamentais e desenvolva um diferencial que será só seu.

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